Balé de Garrafa
2026
Essa série, feita em papel fotográfico sensível à luz (estudos de 60 cm x 50 e uma tiragem de 2 m x 1,27 m) explora os limites da reprodutibilidade técnica da imagem fotográfica a partir dos garrafões que contém os negativos rebanhados em banhos de erva-da-guiné. Esses garrafões são, ao mesmo tempo, produtores de imagens e produzidos por elas.
As garrafas, quando expostas à uma luz, projetam uma imagem, sempre irreprodutível, dos próprios negativos, distorcidos em relação às ervas e ao próprio vidro, que distorce, cria abstrações e imagens sempre únicas, já que cada vez que a garrafa se mexe, as imagens mudam.
O intuito é fazer grandes tiragens para a exposição na galeria a partir de um rolo de 30m mas também tiragens menores para algumas das paredes.





